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Uma história de amor

Eu vivo uma verdadeira história de amor com A. A. Incrível como em A. A. posso viver a palavra de Deus na sua expressão mais ampla, onde os princípios de qualquer religião humana estão presentes.

O reconhecimento de que sem Deus não sou nada, está lá, assumido e vivido.

O amor ao próximo, quando aceito o outro como ele é, não como eu gostaria que fosse, também está lá, no seu lema: viva e deixe viver.

A caridade/partilhada na troca e não na soberba de quem tem muito, dá a quem tem pouco. Mas, por incrível que pareça, o que dou é exatamente a mesma medida do que preciso. Não me esvazio, mas me encho.

A humildade, quando tenho consciência de minhas reais falhas.

Entrei em A.A quase por acaso. Na época, já tinha reconhecido minha incapacidade de beber “socialmente”. Também já sabia que sozinha eu não conseguiria. Que só uma força superior, infinitamente maior do que a minha, poderia me ajudar. Vinha realizando um levantamento das grandes besteiras e estragos que havia feito na minha vida e na vida dos outros. Tentava, na medida do possível e da minha capacidade, fazer os reparos. Mudava de atitudes e comportamentos. Tentava ressignificar meus erros, para que eles não fossem um peso, mas adubo para minha vida. Não queria ficar chorando em cima de mim mesma, com auto piedade, mas, queria sim, ganhar dignidade.

Comecei a trabalhar os meus defeitos de caráter e a fazer o meu inventário pessoal e, consequentemente, as devidas reparações às pessoas que havia magoado e prejudicado.

E minhas mudanças de comportamento se expressavam nas minhas atitudes em casa, no trabalho e com os amigos.

Foi quando conheci um membro de A. A. que me revelou seu anonimato, presenteou-me com a bibliografia básica da Irmandade e, quase sem querer (ele não sabia do meu problema), me apadrinhou em A. A..

Ao fazer a leitura do Livro Azul, e do Viver Sóbrio me dei conta da minha enfermidade. Decidi conhecer A. A..

Na primeira reunião já me identifiquei com as pessoas, falas e atitudes. Revivi o meu passado de ilusão alcoólica, que eu não queria mais e principalmente sabia o que eu queria viver daqui pra frente.

Fui ficando em A. A., amando e querendo bem; me identificando, me valorizando, me tornando gente “diferente-igual” a todo mundo.

A. A. foi o reconhecimento da vida que eu quero levar, a que grupo eu quero pertencer.

Em A. A. eu me encontrei e encontrei outros que querem viver assim: sóbrios e felizes.

Sou feliz porque faço parte dessa linda irmandade chamada A. A.

Felizes 24 horas de plena sobriedade.

(Fonte: Revista Vivência – 112 – Mar./Abr.2009 – Roberta/Crateú/Orocó/PE)